O Amor delas me protegia: Sabe que o sabre me quer um pedaço?
O beijo me roubou a saliva e o doce amargou a sombra recém tingida.
Amor palavra estranha de uma entranha calada e arredia.
Ela se lembra de mim e apaga meu nome em todos os espelhos.
Julio Almada, Poemas Mal_Ditos
Este Poema foi escrito no Balcão do Bar do Sapo no dia 19/01/2007 (Curitiba -PR)
Observação: Não acho que poemas devam ser datados - sou até contra esta prática - mas o sincronismo, no dia em que este,em particular foi liberto, não pode ser esquecido.