Julio Urrutiaga Almada
Só voa quem de céu é feito
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Sem palavras

Não há quadros imóveis para o olhar selvagem
E o teu olho me invade cavando lembranças
O silêncio inventado de nosso encontro
É o doce espanto do fim das palavras
Vestidas de novo de alvoroço...
Minha agonia é um novo dizer
Do que mesmo falado
Prende as palavras.
As águas rasas nos banharam.

Hora Tenaz

Julio Urrutiaga Almada
Enviado por Julio Urrutiaga Almada em 26/11/2007
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